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30 de agosto de 2013

Arquitetura e Vidro

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O vidro aparece cada vez mais em fachadas contínuas, coberturas, pisos, escadas, divisórias, paredes e portas corta-fogo, janelas, substituindo diversos materiais em residências, prédios comerciais, hotéis, aeroportos, parques temáticos, shopping centers e prédios inteligentes, hospitais e escolas. A tendência é sua utilização crescente nos setores:

Turismo – hotéis, aeroportos, parques temáticos;
Serviços – Shopping Centers e prédios inteligentes;
Infra-estrutura – Hospitais e Escolas.

Até poucos anos atrás, o vidro era um elemento. A imagem do vidro era intimamente ligada a transparência. O que, diga-se de passagem, levou a arquitetura brasileira a laurear muitas críticas, porque eram feitos grandes painéis de vidro quando se sabe que painéis de vidro não são compatíveis com nosso clima. Mas a realidade é que estes conceitos foram modificados, a começar pelo conceito do vidro. Vidro hoje não é mais um elemento de transparência apenas. Vidro é um elemento de vedação também. Tão vedação quanto o granito, tão vedação quanto outro elemento qualquer. E provavelmente de custo equiparável. O vidro atravessa hoje um conceito que vai desde a transparência total a integral opacidade abarcando etapas em que seu conceito é de proteção térmica, proteção a luz, absorção a raios de infravermelhos, apelo estético, valor simbólico, fechamento dentre outros.

O mercado brasileiro, que hoje consome por ano cerca de 4 kg de vidro per capita, vai aumentar segundo empresas do ramo. Este número, nos países da América do Norte e da Europa, chega a 17 kg por habitante. A expansão imobiliária e a crescente substituição do concreto pelo vidro na arquitetura vão possibilitar um consumo cada vez maior.

O vidro na arquitetura é apreciado, na maioria das vezes, por seu valor estético, particularmente por sua transparência, muito embora preocupações ambientais tenham modificado o foco para o uso baseado em eficiência energética.

Construções em vidro dependem de outras estruturas, sejam as fundações ou fixações. Uma vez que a escala é entendida, é possível desenhar a interface entre o vidro e a estrutura e, ao mesmo tempo, resolver outras partes do projeto como a compatibilidade dos materiais e buscar, desta forma, o objetivo estético desejado. Ainda assim, muitos arquitetos não estão interessados nos processos básicos e fundamentais para que o objetivo estético seja atingido. Neste caso, os arquitetos parecem mais interessados nos produtos existentes no mercado e seus preços, sendo que, só então irão utilizá-los da forma que o material possibilita, muito embora as possibilidades visuais do vidro sejam virtualmente infinitas.

Principais Qualidades e Características

– Pode ser especificado para filtrar radiações indesejáveis como o UV (ultravioleta);

– Reciclabilidade;

– Transparência (permeável à luz) e dureza;

– Não absorvência;

– Ótimo isolador dielétrico;

– Baixa condutividade térmica;

– Recursos abundantes na natureza é um dos mais duráveis materiais de construção sob habituais condições de exposição;

– Resistência à pressão quando temperado;

– O vidro resiste à pressão do vento e grandes quantidades de neve, stress térmico e pressão da água. Tem ótima resistência contra ataques químicos dos agentes atmosféricos e ambientais tais como umidade, chuva ácida, sais e vapores. Pode também ser especificado para resistir ao impacto, intencional ou por acidente, humano ou de algum objeto, ataques de assaltantes, impactos de balas, explosões, descarga elétrica e fogo.

Vidro ou policarbonato

Muito comum tanto em projetos residenciais como comerciais, as coberturas de policarbonato têm como principal ponto positivo o custo reduzido. Masm segundo Remy, a opção pelo vidro oferece uma gama de vantagens muito maior. Além de mais resistente e dúravel, o vidro propicia meios de reduzir o ruído o calor.

Os vidros curvos, bastante explorados em projetos de cobertura, também apresentam durabilidade muito superior à dos policarbonatos, que, quando submetidos a curvatura, sofrem tensões que levam à deteriozação do material em pouco tempo.

O vidro tem-se mostrado um dos mais versáteis material explorado em projetos arquitetônicos. Presente em fachadas, escadas, tetos, parades, divisórias e guarda-copos, contribui para valorizar vistas, tem forte influência na estética e no bem-estar dos ambientes e, sobretudo, permite amplo aproveitamento da luz natural. Recurso cada vez mais usado por arquitetos do mundo todo, as coberturas e clarabóias de vidro exercem essa importante função nos mais variados projetos de pequenas residências e contruções de grande porte.

Fonte: Imóvel Arte

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