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26 de abril de 2013

Vidro proporciona transparência para nova sede da Biblioteca Brasiliana Guita e José Mindlin

O edifício da Biblioteca Brasiliana Guita e José Mindlin, localizado na Cidade Universitária da Universidade de São Paulo (USP), foi oficialmente aberto ao público no último dia 23. A biblioteca reúne acervo de 32 mil títulos reunidos pelo bibliófilo José Mindlin, incluindo obras raras como as primeiras edições das viagens de Hans Staden e André Thevet, primeiras edições de obras como a moreninha (de Joaquim Manoel de Macedo) e o guarani (de José de Alencar, título então grafado como o guarany) e originais de livros de nomes como Graciliano Ramos e Guimarães Rosa, com anotações manuscritas pelos próprios autores.

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O principal traço da obra é a transparência: vidro e transparências dominam a construção. Ela tem um pátio vazio central e grandes janelas, em todos os andares, que abrem o prédio para o interior e o exterior. Do térreo, é possível observar a disposição do grande acervo disposto em três andares, protegido por vitrinas de vidro laminado de espessuras variadas.

O vidro também se faz presente na parte externa da biblioteca, projetada pelos arquitetos Eduardo de Almeida e Rodrigo Mindlin Loeb (neto do casal Guita e José Mindlin). A Brasiliana conta com fachadas de vidro laminado verde, de 12 mm de espessura.

No dia 25, inaugura-se a exposição permanente não faço nada sem alegria, com imagens, textos e vídeos sobre a vida do casal, a formação da biblioteca, a construção do edifício, a cultura, a materialidade e a conservação do livro, a história da imprensa e o prazer da leitura.

Fotos: Ricardo Amado
Fonte: Abra Vidro

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